Segundo o diretor da Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ), professor e ex-aluno da instituição, Evaldo Marchi, a formação do médico do futuro passa por uma combinação estratégica entre tradição clínica, prática intensiva, tecnologia de ponta e formação humanizada. “Formamos profissionais capazes de cuidar de pessoas em um sistema de saúde cada vez mais digital, complexo e centrado no paciente”, afirma.
A Faculdade de Medicina de Jundiaí recebeu nota máxima no Ebamed e carrega uma tradição de 58 anos na formação médica. Bem avaliada pelos estudantes e com corpo docente qualificado, a instituição é referência no ensino médico no país.
Desde o primeiro ano, os acadêmicos são inseridos na realidade prática por meio de projetos de extensão e do acompanhamento de preceptores em unidades de saúde, ambulatórios e hospitais. Essa integração precoce entre teoria e prática é um dos pilares do modelo pedagógico da FMJ.
“Mantemos um currículo rigoroso, alinhado às Diretrizes Curriculares Nacionais e fundamentado na ciência. Nossa tradição funciona como um selo de qualidade, garantindo que o ensino acompanhe a evolução das exigências do sistema de saúde brasileiro. É essa solidez acadêmica que sustenta o prestígio da FMJ”, explica o coordenador do curso, professor Armando Antunes Junior.
A FMJ também se destaca pelo ambiente acadêmico acolhedor. A instituição funciona como uma grande família, em um modelo de faculdade de porte menor, onde todos se conhecem, se apoiam e compartilham o mesmo espírito de trabalho em equipe.
“Estudar aqui é muito especial. Não é fácil, exige muita dedicação e estudo, mas as pessoas são acolhedoras, ajudam, e temos tudo o que precisamos para a nossa formação médica”, afirma Rafael Ferraz, aluno do curso de Medicina.
O corpo docente reúne professores com ampla experiência acadêmica e assistencial, que atuam na formação de novas gerações de médicos. O professor de Bioquímica Heryck Stella está na FMJ há 38 anos e reforça a importância da base tradicional fundamentada na literatura clássica.
“Acredito em uma formação com base sólida. O médico do futuro continua precisando do ciclo básico bem feito: anatomia, fisiologia, bioquímica, embriologia, entre outras áreas. Sem isso, nenhuma inteligência artificial funciona”, afirma.
Como a FMJ prepara a nova geração de médicos
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