segunda-feira, 26 janeiro, 2026
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Estranhas coincidências

Anselmo Brombal – Jornalista

A História sempre traz lições. Serve de exemplo de virtudes, que devem ser repetidas, e de maus exemplos, que jamais deverão ser imitados. O pior período da História no século passado foi a Segunda Guerra Mundial, que deixou quase 100 milhões de mortos, dentre eles seis milhões de judeus. E tudo começou com a paranóia do senhor Adolf Hitler, símbolo máximo do nazismo.

Todos os seus exemplos deveriam ser execrados. Deveriam, mas há quem insista em segui-los, imitá-los à exaustão. Se não for isso, é a impressão que se tem.

Hitler fez carreira num partido chamado “dos trabalhadores alemães”, o NSDAP (Nazionalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei) que usou sindicatos e outras organizações. Lula também.

O partido de Hitler se sobrepôs ao Estado, criando normas próprias e colocando em todo seu funcionalismo público pessoas adeptas de sua ideologia. Há algo parecidíssimo no Brasil.

Hitler usou as teorias de Joseph Goelbbels, seu ministro da Propaganda, para incutir mentiras na Alemanha da época. Assim, grandes estradas foram feitas, criou-se o carro do povo e distribuiu-se comida aos desempregados, futuros partidários.

Aqui a situação não é tão diferente. Não falta propaganda sobre os feitos (?) do governo. O PAC visa construir e recuperar estradas, qualquer cidadão consegue comprar seu carro com financiamentos à perder de vista e a caridade do governo é latente. Mas com o dinheiro do contribuinte.

Hitler usou a imprensa para manipular a massa, apoiado na máxima de Goelbbels – uma mentira repetida mil vezes torna-se uma verdade. Coincidentemente há parte da imprensa de hoje apresentando um tipo de resultado – aquele que o NSDAP manda dizer – e outra parte, menor, mostrando a realidade.

Hitler interferiu em assuntos externos. Deu palpites em todos os países da Europa, e quem não o ouviu… Hoje há um presidente querendo resolver conflitos históricos, brincando de acordo nuclear e investindo dinheiro (do contribuinte) em projetos de seus amigos bolivianos, venezuelanos e cubanos. E até perdoando dívidas de outros países para conosco. Uma colonização lenta, pelo dinheiro e pelo favor.

Hitler jogou com as diferenças raciais, proclamando o povo alemão a raça pura, ariana. Lula faz algo idêntico. Joga com as classes sociais, instigando pobres contra ricos, analfabetos contra letrados e incentivando invasões de terras.

São muitas as coincidências e maiores ainda as evidências. Talvez estejamos caminhando para uma ditadura. Só falta ao nosso  führer uma Eva Braun. Ou não está faltando nada?

Anselmo Brombal
Anselmo Brombalhttps://jornaldacidade.digital
Anselmo Brombal é jornalista do Jornal da Cidade
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