Assim que reabriu o ano legislativo ontem (2), a CPMI que apura a ladroagem no INSS recebeu mais de 40 pedidos nos primeiros minutos de funcionamento. Nada menos do que doze são assinados pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), como, por exemplo, aquele que quebra de sigilo bancário e fiscal de Fabio Luís Lula da Silva, filho do presidente da República, com ligação nebulosa com Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como líder da bandalheira.
Lulinha entrou na mira da CPMI ainda no ano passado, após a bancada de esquerda se mobilizar para impedir sua convocação. Ainda em dezembro, nos estertores do ano Legislativo anterior, o relator Alfredo Gaspar protocolou pedido para quebrar os sigilos de Lulinha.
A CPMI também quer avançar sobre a família de Daniel Vorcaro, dono do enrolado Banco Master e protagonista de mais um escândalo. A CPMI retoma as oitivas na quinta (5), com depoimentos de Vorcaro, Maurício Camisotti (Total Health) e Gilberto Waller Junior (INSS).



