Deve dar em nada a representação do Partido Novo contra Davi Alcolumbre (União-AP) no Conselho de Ética do Senado. A sigla questiona a condução institucional do presidente da Casa, que sentou em cima dos pedidos de CPIs do Banco Master, além de não andar com análise dos pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Eduardo Girão (Novo-CE) quer ainda a prorrogação da CPMI que investiga os cambalachos no INSS.
Acontece que o Conselho de Ética está longe de ser conhecido pela produtividade. O colegiado não se reúne desde julho de 2024. Na última reunião do conselho, os senadores analisaram quatro representações contra os colegas. Votaram para arquivar tudo.
Como ninguém é de ferro, em 2024 foi apenas uma reunião. Antes disso, duas em 2023. Em 2020, 2021 e 2022, pode esquecer, não teve sessão.
A representação do partido foi apresentada à Secretaria-Geral da Mesa. O Conselho de Ética nem mesmo foi instalado este ano.



