Levar documentos, aguardar a análise do pedido e acompanhar o resultado são etapas que fazem parte da rotina de muitos pacientes que dependem de medicamentos de alto custo disponibilizados pelo Governo do Estado. Em breve, esse caminho será mais ágil – e Jundiaí será pioneira neste processo.
O município foi escolhido como a primeira cidade paulista a integrar um novo modelo de descentralização da Farmácia de Alto Custo, uma iniciativa que permitirá o abastecimento direto pelo Estado e digitalização de processos que antes dependiam de trâmites presenciais.
O que vai mudar na prática?
Até então, Jundiaí estava vinculada ao polo estadual de Campinas, para onde eram encaminhados os processos e de onde os medicamentos eram retirados semanalmente. Nessas viagens, também retornavam os pedidos que haviam sido negados pelos auditores estaduais, muitas vezes por falta de documentos ou informações que precisavam ser corrigidas.
Com a descentralização, o Estado passará a abastecer diretamente a Farmácia de Alto Custo de Jundiaí, a partir de envio mensal de remessas. Para viabilizar a autorização de pedidos, o município aderiu à plataforma Remédio SP, que permite a análise digital dos processos. Embora a auditoria continue sendo realizada pelo Governo do Estado, as pendências e devolutivas passam a ser comunicadas de forma mais rápida, evitando deslocamentos da equipe e facilitando o acompanhamento dos pedidos.



