A promessa de Lula (PT) de aplicar “reciprocidade” no caso do delegado brasileiro expulso dos Estados Unidos por tentar burlar regras de imigração contra o ex-deputado Alexandre Ramagem, é apenas mais uma das várias tentativas do petista, ao longo dos anos, de “criar caso” e desestabilizar a relação entre os dois países. Começou em 2004, quando Lula ameaçou expulsar o jornalista Larry Rohter, do New York Times, por reportagem sobre sua bebedeira. Lula acabou recuando. Sempre recua.
Em 2010, tentou “mediar” em favor do programa nuclear do Irã. Foi enxotado pelos Estados Unidos, que iniciava sanções contra a ditadura dos aiatolás.
Na guerra da Ucrânia, Lula passou pano para invasores russos. E apoiou os terroristas do Hamas contra Israel, onde virou persona non grata.
Em 2023, atual mandato, Lula passou a criticar a “hegemonia do dólar” e a colecionar provocações aos EUA, país que mais investe no Brasil.
Após bravatas de “reciprocidade” contra a expulsão do seu agente, Lula (PT) baixou a bola. A “retaliação” será retirar credenciais de acesso de um policial americano à Polícia Federal. Não é nada, não é nada, não é nada mesmo: o americano apenas perde o crachá de acesso ao prédio.
Sem ter como reagir ao flagrante de manipulação do ICE para deportar o Alexandre Ramagem, o governo Lula listou opções de oficiais de inteligência a serem expulsos do País. Recuaram. Sempre recuam.
Adulto entrou na sala, no Itamaraty, e lembrou que expulsando um funcionário americano sem haver cometido violações semelhantes às do delegado, o Brasil estaria praticando retaliação e não reciprocidade.



