Anselmo Brombal – Jornalista
O sinistro Alexandre já estava preparando mais uma arapuca. Para garantir sua permanência no STF, sem impeachment, atacou Flávio Bolsonaro. A intenção era usar Flávio como moeda de troca com o Senado, cuja maioria é de direita. Flávio ficou atrás na eleição fraudulenta do último domingo.
Eleição, diga-se de passagem, idêntica às da Venezuela com Hugo Chavez e Nicolás Maduro; igualzinha às de Putin na Rússia e Kin-jon-Un na Coréia do Norte. E somente sete minutos após o TSE proclamar o resultado oficial, Xandão assinou um despacho de 26 páginas mandando a Polícia Federal tomar os passaportes de Flávio Bolsonaro. Sete minutos para 26 páginas? Evidente que tudo já estava pronto.
E aí veio o passa-moleque. Os Estados Unidos promoveram o resgate de Flávio, pois já sabiam que ele seria preso. Não foi algo simples, isolado. O próprio secretário de Estado americano, Marco Rubio, coordenou a operação sob ordens diretas de Trump. Tudo foi feito em sigilo, e quando a Polícia Federal acordou, Flávio já estava longe do país, a caminho dos Estados Unidos. Num avião à prova de qualquer rastreamento.
Americanos são conhecidos por não deixar ninguém para trás. Também conhecidos por buscar ditadores e outros inimigos onde eles menos imaginam – Bin Laden foi morto no Paquistão; Sadam Hussein foi encontrado dentro de um buraco, depois julgado e enforcado pelos próprios iraquianos; Maduro foi preso em casa e levado para as unhas do Tio Sam.
Depois desse capote, que fez a polícia brasileira de idiota, a especulação é a de costume: quem será o próximo? Não será o presimente Mula, que já está velho e gagá. O alvo deverá ser Xandão, nessa altura já com as fraldas cheias. Se pegaram Bin Laden, Sadam e Maduro, Xandão é como uma brincadeira infantil para a CIA.
Nas últimas semanas aviões americanos sobrevoaram o Brasil. Dá para apostar que estavam mapeando o território para uma possível ação militar. Não dá para brincar com um país que tem o maior poderio militar e econômico do mundo. Mas o presimente insiste.
E por falar em mentiras, Mula já começou a mudar o tom de seus discursos de campanha e das medidas eleitoreiras. Já fala em revisar o Bolsa Família; os cinco mil reais prometidos aos pequenos empresários se transformaram em 360; o vale gás de dezembro já está suspenso, sem pagamento. E por fim, já pensa em liberar as bets.
Essas são as diferenças. Os americanos não brincam em serviço nem abandonam aliados. O presimente não sustenta uma promessa, acreditando que no mundo só há otários, e só ele é o esperto.
Como desgraça pouca é bobagem, o cachaceiro já deu a entender que sua consorte, a Janja, será a ministra chefe da Casa Civil. Estamos afunhanhados.



